sábado, 21 de maio de 2011

PRECONCEITO, PREGUIÇA, OMISSÃO, INDELICADESA ou INVEJA?

Sexta feira, 13 de maio de 2011, fui ao Centro Social Urbano de Rosário, participar das atividades de fisioterapia, promovida pelo CAIPIR – Centro de Atenção a Pessoa Idosa de Rosário Maranhão. Como de costume, estendo a minha mão aos outros participantes que vou encontrando. Ao apertar a mão da Senhora Olegária, ela perguntou-me quando ia funcionar o CAPS ad. ll – trata de dependentes de álcool e outras drogas.
Respondi para a senhora Olegária, que, ainda não havia sequer encaminhado a documentação, ou seja, os impressos com as assinaturas. Estou aguardando os prazos que dei oficialmente aos colaboradores. Disse-me Olegária, não é preciso documento é tão necessário implantar esses serviços e não fazem porque não querem!
Expliquei a Senhora, que embasado em Leis vigentes no país, o que compete-me fazer, é mobilizar a sociedade para o pensar e o agir diante as necessidades. A nossa iniciativa é encaminhar a Proposta para ser inclusa no PPA – Plano Plurianual do Estado do Maranhão – 2012/2015. Por outro lado, a quantidade de assinaturas coletadas, traduz uma desaprovação popular da política de Educação Familiar e da Implantação do CAPS ad. ll. Dona Olegária, sendo a senhora uma vítima das drogas e, querendo que seja implantada essa política, porque não juntou-se ao grupo! Outros talvez, juntar - se - iam a nós. “Preguiça não faz casa de sobrado!”
Existem Leis que garantem a implantação de projetos de iniciativa popular, conforme percentual definido pelas referidas Leis. Era nossa pretensão conseguirmos minimamente, 5% do total de eleitores existente no município. Considerando a extrema necessidade de atendimento preventivo e curativo, isto, na nossa concepção cidadã. Entretanto, a concepção popular difere da nossa, lamentavelmente!
Devo informar a quem o assunto interessar, que ao receber os impressos devidamente preenchidos providenciaremos conferências das assinaturas, para constar em uma peça em síntese para encaminhar em apenso e, encadernadas as assinaturas à governadora do Estado do Maranhão. A referida documentação será entregue no Departamento de Protocolo. De posse do Protocolo, prestaremos conta com os signatários desta luta!
Ao encerrar esta parte, disse-me a Senhora Olegária, que pessoas alegam que quem usa drogas faz porque quer. Que dane-se. Pode ser! Uns são preconceituosos, outros omissos ou invejosos. A Senhora perguntou-me se eu ia ser Diretor do CAPS? Perguntas que podem estar passando por muitas cabeças!!! Tem respostas que só o tempo nos dará!

Reinaldo Cantanhêde Lima, funcionário público estadual, Sindicalista, Autodidata, Educador Alternativo e Mobilizador Social – Blog www.reinaldocantanhede.blogspot.com Email: reinaldo.lima01@oi.com.br – Telefone: (098) 3345 1298 /3345 2120 9161 9826
Apoio – SINTSEP/MA – Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado do Maranhão

sexta-feira, 13 de maio de 2011

CUMPRINDO COM O MEU DEVER

Sábado, dia 7 de maio de 2011, visitei uma amiga, estava triste, contou-me de suas decepções com à vida, falou das dificuldades em que há vários anos a sua irmã tem sofrido por ter casado com um homem alcoólatra e tem um filho dependente de álcool e outras drogas, as desavenças do filho com o pai são constantes e, que sua irmã tem o temor de que estas desavenças venham ter um fim trágico

Contou-me de a mãe e o pai serem reféns do filho, em razão de condutas equivocadas e, que o casal está de mãos atadas sem saber o que podem e devem fazer para diminuir o sofrimento. Acrescentou, de seu sobrinho estar aplicando golpes nos amigos da família, para adquiri importâncias de C$ 10 e 15,00. Inventa acidentes e dá recado do pai ou da mãe, na tentativa de tirar dinheiro das vítimas para comprar drogas

Perguntou-me sobre a Campanha Anti-drogas, o que havia resultado de uma Caminhada que havia ouvido falar, disse estar torcendo para que seja feito alguma coisa e possa melhorar essa situação sufocante que não é apenas da suar irmã, são muitas famílias vivendo esses dissabores. Infelizmente! Expliquei à amiga, que “andorinha só não faz verão”, porque é assim que avalio - me! Antes de realizar a primeira Caminhada de Sensibilização da Sociedade Rosariense, em 12 de fevereiro do ano em curso, já havia distribuído na rua Benedito Leite, onde moro e, nas ruas Estefânio Saldanha e Dr. Câmara Lima, mais de 400 impressos para coleta de assinaturas e, a mesma quantidade de cartas convidando para participarem da referida Caminhada.

No geral distribuiu-se 2.400 impresso para coleta de assinaturas. Encontram-se sob a minha guarda até o presente, 480 assinaturas válidas, ou seja, com a comprovação dos respectivos números dos documentos. Fizemos contatos com 23 instituições de ensino e, 17 instituições da sociedade civil organizada. Distribuímos impressos para 12 Escolas, apenas 05 já entregaram suas contribuições, estamos no aguardo de mais assinaturas.

Estamos tentando entender as razões do desinteresse nesta causa. Várias perguntas nos vem a cabeça: a mensagem não foi transmitida de fácil compreensão? Por outro lado, as visitas que tenho recebido solicitando-me ajuda, deixam-me desanimado! Esqueceram que sou uma vítima das drogas? Esqueceram que fui o primeiro a defender diretos da criança e do adolescente? Esqueceram que fui o mobilizador para implantação do Fórum DCA? Esqueceram que em 2004, organizei o primeiro Seminário com o tema: A Arte de Educar Filhos? Esqueceram que em 2009 organizamos dois Seminários Sobre a Arte de Educar Filhos e já aplicamos o mencionado Seminário em 2010 e em 2011.

Estamos realizando um trabalho criterioso, como sempre o fizemos. É isso mesmo! Viajamos buscando apoio em municípios circunvizinhos, por tratar-se de uma proposta Regional. Lutar por políticas de saúde regionalizada em Rosário é um dever de consciência e, de experiência. Em 1996 participei de uma oficina com a duração de 40 horas, ministrada pela equipe de descentralização da Fundação Nacional de Saúde, preparava agentes para conduzir o processo municipalizado. Na época era Conselheiro dedicado ao assunto, ajudei discutir o Plano Municipal de Saúde e acompanhei sua aplicação e o desdobramento!

Sobre as visitas realizadas nos municípios circunvizinho, fizemos contatos frutíferos com duas profissionais de Saúde: em Axixá foi com a Senhora Patrícia, enfermeira e Coordenadora de ações básicas de saúde, em Presidente Juscelino foi com a Senhora Silvia, Diretora do Hospital Municipal, ambas coletam assinaturas, em busca de viabilizar a proposta. Outro apoio importante é do Gestor da Unidade Regional de Saúde De Rosário, está empenhado na realização de um Seminário Regional Sobre Saúde Mental. Aguarda, confirmação oficial dos Secretários Municipais de Saúde de Axixá, Bacabeira, Cachoeira Grande, Morros, Presidente Juscelino e Rosário para posterior providências.

O objetivo do Seminário é discutir a viabilidade de implantação do CAPS ad.ll - Regional, para tratar dos dependentes de álcool e outras drogas, do município de Rosário e dos outros mencionados municípios. Outro assunto importante é informar aos rosarienses que, Quanto ao CAPS l que trata de transtornos mentais, se estar implantado ou não e, estando implantado, porque não funciona? As providências de minha competência já foram tomadas, junto ao Ministério Público Estadual – Promotoria de Rosário Maranhão.
Reinaldo Cantanhêde Lima, funcionário público, Estadual, Sindicalista Autodidata, Educador Alternativo e Mobilizador Social. Blog: www.reinaldocantanhede.blogspot.com Email: reinaldo.lima01@oi.com.br Rua Benedito Leite, 3796 Rosário -MA – (098) 3345 1298 9161 9826

quinta-feira, 5 de maio de 2011

4.5 – CAPS ad II – Serviço de atenção psicossocial para atendimento de pacientes com

transtornos decorrentes do uso e dependência de substâncias psicoativas, com capacidade
operacional para atendimento em municípios com população superior a 70.000, com as seguintes
características:
a - constituir-se em serviço ambulatorial de atenção diária, de referência para área de
abrangência populacional definida pelo gestor local;
b - sob coordenação do gestor local, responsabilizar-se pela organização da demanda e da
rede de instituições de atenção a usuários de álcool e drogas, no âmbito de seu território;
c - possuir capacidade técnica para desempenhar o papel de regulador da porta de entrada
da rede assistencial local no âmbito de seu território e/ou do módulo assistencial, definido na
Norma Operacional de Assistência à Saúde (NOAS), de acordo com a determinação do gestor local;
d - coordenar, no âmbito de sua área de abrangência e por delegação do gestor local, a
atividades de supervisão de serviços de atenção a usuários de drogas, em articulação com o
Conselho Municipal de Entorpecentes;
e - supervisionar e capacitar as equipes de atenção básica, serviços e programas de saúde
mental local no âmbito do seu território e/ou do módulo assistencial;
f - realizar, e manter atualizado, o cadastramento dos pacientes que utilizam medicamentos
essenciais para a área de saúde mental regulamentados pela Portaria/GM/MS nº 1077 de 24 de
agosto de 1999 e medicamentos excepcionais, regulamentados pela Portaria/SAS/MS nº 341 de 22
de agosto de 2001, dentro de sua área assistencial;
g - funcionar de 8:00 às 18:00 horas, em 02 (dois) turnos, durante os cinco dias úteis da
semana, podendo comportar um terceiro turno funcionando até às 21:00 horas.
h - manter de 02 (dois) a 04 (quatro) leitos para desintoxicação e repouso.
4.5.1. A assistência prestada ao paciente no CAPS ad II para pacientes com transtornos
decorrentes do uso e dependência de substâncias psicoativas inclui as seguintes atividades:
a - atendimento individual (medicamentoso, psicoterápico, de orientação, entre outros);
b - atendimento em grupos (psicoterapia, grupo operativo, atividades de suporte social,
entre outras);
c - atendimento em oficinas terapêuticas executadas por profissional de nível superior ou
nível médio;
d - visitas e atendimentos domiciliares;
e - atendimento à família;
f - atividades comunitárias enfocando a integração do dependente químico na comunidade e
sua inserção familiar e social;
g - os pacientes assistidos em um turno (04 horas) receberão uma refeição diária; os
assistidos em dois turnos (08 horas) receberão duas refeições diárias.
h - atendimento de desintoxicação.
4.5.2 - Recursos Humanos:
A equipe técnica mínima para atuação no CAPS ad II para atendimento de 25 (vinte e cinco)
pacientes por turno, tendo como limite máximo 45 (quarenta e cinco) pacientes/dia, será
composta por:
a - 01 (um) médico psiquiatra;
b - 01 (um) enfermeiro com formação em saúde mental;
c - 01 (um) médico clínico, responsável pela triagem, avaliação e acompanhamento das
intercorrências clínicas;
d - 04 (quatro) profissionais de nível superior entre as seguintes categorias profissionais:
psicólogo, assistente social, enfermeiro, terapeuta ocupacional, pedagogo ou outro profissional
necessário ao projeto terapêutico;
e - 06 (seis) profissionais de nível médio: técnico e/ou auxiliar de enfermagem, técnico
administrativo, técnico educacional e artesão.
Art.5º Estabelecer que os CAPS I, II, III, CAPS i II e CAPS ad II deverão estar capacitados
para o acompanhamento dos pacientes de forma intensiva, semi-intensiva e não-intensiva, dentro
de limites quantitativos mensais que serão fixados em ato normativo da Secretaria de Assistência à
Saúde do Ministério da Saúde.
Parágrafo único. Define-se como atendimento intensivo aquele destinado aos pacientes que,
em função de seu quadro clínico atual, necessitem acompanhamento diário; semi-intensivo é o
tratamento destinado aos pacientes que necessitam de acompanhamento freqüente, fixado em seu
projeto terapêutico, mas não precisam estar diariamente no CAPS; não-intensivo é o atendimento
que, em função do quadro clínico, pode ter uma freqüência menor. A descrição minuciosa destas
três modalidades deverá ser objeto de portaria da Secretaria de Assistência à Saúde do Ministério
da Saúde, que fixará os limites mensais (número máximo de atendimentos); para o atendimento
intensivo (atenção diária), será levada em conta a capacidade máxima de cada CAPS, conforme
definida no Artigo 2o.
Art. 6º Estabelecer que os atuais CAPS e NAPS deverão ser recadastrados nas modalidades
CAPS I, II, III, CAPS i II e CAPS ad II pelo gestor estadual, após parecer técnico da Secretaria de
Assistência à Saúde do Ministério da Saúde.
Parágrafo único. O mesmo procedimento se aplicará aos novos CAPS que vierem a ser
implantados.
Art.7º Definir que os procedimentos realizados pelos CAPS e NAPS atualmente existentes,
após o seu recadastramento, assim como os novos que vierem a ser criados e cadastrados, serão
remunerados através do Sistema APAC/SIA, sendo incluídos na relação de procedimentos
estratégicos do SUS e financiados com recursos do Fundo de Ações Estratégicas e Compensação –
FAEC.
Art.8º. Estabelecer que serão alocados no FAEC, para a finalidade descrita no art. 5o, durante
os exercícios de 2002 e 2003, recursos financeiros no valor total de R$52.000.000,00 (cinqüenta e
dois milhões de reais), previstos no orçamento do Ministério da Saúde.
Art.9o.. Definir que os procedimentos a serem realizados pelos CAPS, nas modalidades I, II
(incluídos CAPS i II e CAPS ad II) e III, objetos da presente Portaria, serão regulamentados em
ato próprio do Secretário de Assistência à Saúde do Ministério da Saúde.
Art.10. Esta Portaria entrará em vigor a partir da competência fevereiro de 2002, revogandose
as disposições em contrário.
JOSÉ SERRA
Reinaldo Cantanhêde Lima, funcionário público estadual, Sindicalista, Autodidata, Educador Alternativo e Mobilizador Social – Blog www.reinaldocantanhede.blogspot.com Email: reinaldo.lima01@oi.com.br – Telefone: (098) 3345 1298 /3345 2120 9161 9826
Apoio – SINTSEP/MA – Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado do Maranhão

sexta-feira, 29 de abril de 2011

CONSTITUIÇÃO FEDERAL

Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
l – construir uma sociedade livre, justa e solidária;
ll - garantir o desenvolvimento nacional;
lll – erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;
Vl – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

Lei Federal nº 8069 de 13 de julho de 1990 Art. 4º - É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do Poder Público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.
Parágrafo único. A garantia de prioridade compreende:
a) primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias;
b) precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública;
c) preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas;
d) destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude.

13ª Conferência Nacional de Saúde – 2009 – quesito 146 pagina 42 do Eixo l Saúde e Qualidade de Vidada Política de Estado e Desenvolvimento – Buscar o fortalecimento das ações de geração de emprego e renda por meio de projetos intersetoriais, incluindo os beneficiários do bolsa família, com apoio das três esferas de governo, envolvendo diferentes modalidades como grupos de cidadania e trabalho, oficinas terapêuticas, criação de cooperativas sociais, etc., para favorecer a inserção social

Dia desses meu filho disse-me ter batido com o seu automóvel, em razão de ter ouvido dizer do banco trazeiro do seu veículo - terem demitido 150 pessoas de Rosário, de uma empresa que está trabalhando para a USIMINA PREMIUM, em Bacabeira MA, que as demissões ocorreram por estarem chegando atrasados no local de trabalho e faltarem mais do que o tolerável.

Quando pensou – se, em elaborar uma proposta de Educação Familiar, teve-se o cuidado de fazermos uma busca no passado para chegarmos ao presente e sobreviver o futuro, ou quem sabe, viver um futuro feliz! Em 1964, quando cheguei em Rosário, as residências ainda eram construídas em um percentual significativo de taipa, com a cobertura de telha, os caibros eram roliços e grossos, as paredes eram altas, as portas eram maiores: largas e altas. As ruas eram cobertas de areia e a iluminação pública era fornecida por um motor da Cerne. A cidade ficava escura, por volta das 22 horas.

A estrutura física das ruas mudaram, os hábitos alimentares, o abastecimento de água potável, os meios de transportes, os comércios atualmente compram e vendem produtos diversos. A violência aumentou, o uso de entorpecentes, a pedofilia, a gravidez precoce e a drogadição é um fato estarrecedor. No passado a vida era comunitária, éramos solidários, existiam os pastores das igrejas católica e evangélicas, orientando seus seguidores, os lavradores sobreviviam da pesca do extrativismo e da agricultura familiar. Atualmente está em alta a atividade do tráfico familiar.

No passado reclamávamos por falta de leis, já existem as leis que não são cumpridas, não há respeito ao patrimônio público, não há respeito por nada. Entretanto existem os impostores, denomino aos que apropriam - se de cargos públicos, para roubarem os recursos financeiros e, chegarem a hora que muito bem entendem para brigar com os outros. Erradicaram a peste bubônica e, com ela foi a vergonha! Vergonha nos humanos pertence ao passado. Dirigentes de escolas roubam o dinheiro público e, nada acontece, já virou cultura!!!

Tudo está sendo desenhado, no Brasil vota-se em quem mais rouba. E, em quem defende a educação? Apenas dois por cento. Lembram da eleição de Cristovam Buarque? No distrito federal, Buarque, concedeu um salário mínimo para quem tirasse o filho do trabalho e botasse na escola. Estudando o indivíduo poderia aprender e conquistar a felicidade. Conquistar a felicidade com o suor do seu rosto!!!

Em Rosário não é diferente, uma proposta que luta por estrutura que possam reabilitar doentes para inserir na vida produtiva, comunitária e social, um Projeto de Educação Familiar, até agora já conseguiu apoio de 1,5 por cento dos eleitores, estou referindo-me a 452 assinaturas em favor da mencionada e sonhada. PROPOSTA DE EDUCAÇÃO FAMILIAR E IMPLANTAÇÃO DO CAPS ad ll. O CAPS ad. ll, é para recuperar os dependentes de álcool e outras drogas. Essa é a política curativa. Só isso é bastante? Não! É preciso trabalharmos a prevenção, que é o que estamos propondo, conforme as Leis vigentes em nosso país!


Reinaldo Cantanhêde Lima, funcionário público estadual, Diretor do SINTSEP, Autodidata, Educador Alternativo e Mobilizador Social Blog: www.reinaldocantanhede.blogspot.com Email: reinaldo.lima01@oi.com.br.
Apoio: SINTSEP – Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado do Maranhão

sábado, 23 de abril de 2011

A SUA EXCELÊNCIA A SENHORA PROMOTORA PÚBLICA DA COMARCA DE ROSÁRIO MARANHÃO MD. Drª. ELIZABETH ALBUQUERQUE DE SOUSA MENDONÇA

REINALDO CANTANHÊDE LIMAM, funcionário público estadual, residente na Rua Benedito Leite, nº. 3796 – centro Rosário Maranhão, portador do RG nº. 214 228 820 02-2 SSP/MA, expõe e requer:

Na condição de avô e responsável pela aluna, Thaís de Cássia Cabral Lima, com 17 anos de idade, estudante do Centro de Ensino Luiza de Sousa Gomes, situado na Rua Santa Luzia, s/n, nesta cidade de Rosário MA. Fui convidado para participar de uma reunião na Escola. Tratava-se de assunto de interesse da comunidade escolar, oportunidade em que a gestora da URE – Unidade Regional de Educação, a Senhora Lúcia Helena Cavalcante, iria fazer-se presente para que fosse colocado os problemas de ordem administrativa, equipamentos e estrutura física da Unidade Escolar.

Da exposição dos problemas: faltam cadeiras, a estrutura da base da caixa d’água está em ruína, o poço que fornece água para a Escola encontra-se próximo a uma fossa e, com perfuração rasa, o abastecimento de água está interditado pela Vigilância Sanitária, aconteceu roubo de uma bomba centrífuga, as salas onde ministram as aulas estão sujas e inadequadas, ventiladores danificados, faltam lâmpadas, e as paredes do auditório estão com rachaduras e o forro danificado por cupins, podendo desabar a qualquer instante e, atualmente a escola encontra-se sem dirigente.

Encerrada a exposição realizada pelo professor, Warley de Sousa Gomes, a Senhora Lúcia Helena, gestora, disse ter conhecimento do que estava sendo colocado e, que, a situação da referida Escola, era de fato, muito difícil. Que já havia solicitado ao órgão superior as providências, para que seja nomeada gestora e reforma da escola. Entretanto, isso não vai resolver o problema, porque só vai entrar dinheiro para a Escola, quando o ex-Diretor, o professor José Nilson Duarte Moraes, prestar contas. E, que outros gestores, também, fizeram jogo com os recursos.

Quando o professor José Nilson, ainda era gestor estávamos apresentando seminários no auditório da referida escola, os eventos aconteceram em duas datas – 05 e 19 de junho de 2009 e, 19 de junho de 2009, José Nilson já havia sido demitido. Quem estava respondendo pela escola, era a Senhora Irismar. Citarei nomes de algumas professoras conhecidas e, presentes na referida reunião: Madrilene Carvalho Serra, Gudemay e Maria de Jesus, são das mais antigas na escola. Existem outras.
Diante o exposto, requeiro, seja solicitado auditoria, nas contas da referida escola, retroagindo ao período da gestão do professor José Nilson Duarte Moraes, até o presente.
Seja tomada outras providências de conformidade com as Leis vigente deste Estado e, que Sua Excelência achar conveniente.
Cordialmente,

Rosário – MA, 12 de abril de 2011

Reinaldo Cantanhêde Lima

domingo, 17 de abril de 2011

COMO RECONSTRUIR A CÉLULA MÁTER?

É sobre a campanha anti-drogas intitulada, quanto custa um filho? Que hoje vou falar! É da campanha anti - drogas que está dividida em duas partes: a primeira parte é a prevenção. E, como fazer a prevenção ao uso e abuso de drogas? Quando Içami Tiba, em seu livro, Juventude Anjos Caídos, diz! Quem é feliz não usa drogas!!!
Como fazer a prevenção ao uso e abuso de drogas? Quando Gottmam e De Claire, em sua pesquisa científica realizada em Illinois, com 56 casais identificaram quatro tipos de pais: Simplistas; Laissz-Faire, Desaprovadores e Preparadores Emocionais. Os Simplistas, Laissz-Faire e Desaprovadores, seus filhos eram agressivos, com os pais, na escola, na comunidade, usavam drogas e eram violentos, induzidos por equívocos de educações familiares. Eram apenas equívocos! Foram equívocos!!!
Entretanto, os filhos de pais Preparadores Emocionais eram saldáveis, relacionavam-se bem na família, na escola, na comunidade e conseguiam bons desempenhos nos estudos da leitura e da matemática
Como fazer a prevenção para debelar a agressividade, a indisciplina, a violência doméstica, o desinteresse pelo estudo, quando o preparo emocional do indivíduo é destruído pelos nossos hábitos culturais? Hábitos culturais que os fizeram versos! Quem come do meu pirão, apanha do meu cinturão!
É verdade que no passado foi assim. E, muitos acham que era uma boa época! Se o passado tivesse feito uma boa construção, a família ainda era uma célula máter, nunca uma instituição falida. Como reconstruir uma sociedade para vivermos em família célula máter? Como o pai da família pode recuperar o seu poder para baixar o Decreto familiar nos tempos pós-moderno? Foi aí, que pensou - se na possibilidade da elaboração de uma política de Educação Familiar.
E, ainda não está claro para à população, o porque e o significado da política de Educação Familiar. Quando o objetivo específico, é identificar, quantificar, famílias com desajustes a ponto de carecer intervenção do Estado para oferecer palestras e minicursos voltados para a melhoria, no relacional familiar comunitário e social, na busca da felicidade! O conteúdo proposto é: Responsabilidade Familiar; Relacionamento Conjugal; Psicologia da Infância, da Adolescência, Relacionamento de Pai e Mãe com filhos e vice versa; Cidadania e Visão Empreendedora. É um tratamento Familiar. A custo quase zero!
O que estamos propondo, já foi sugerido em evento com a participação de 4.700 participantes ver quesito 146 da 13ª Conferência Nacional de Saúde, realizada em Brasília em 2009, destinados a promover a inserção social dos beneficiários do Bolsa Família e, contido na página 42 do l eixo- Desafio para a Efetivação do Direito Humano à Saúde no Século XXl: Estado Sociedade e Padrões de Desenvolvimento, publicado no Relatório Final.
Vamos finalizar com a parte – dois, que é lutar, pela implantação do CAPS ad. ll – trata exclusiva mente dos dependentes de álcool e outras drogas é um programa do governo federal. Implanta-se em municípios com 70.000 habitantes e mais, razão do requerimento e da implantação destas mencionadas políticas, sejam regional, para atender Rosário e outros municípios menores.
Drogas provocam doenças que matam os usuários, que adoecem os familiares e que ferem até de morte qualquer quer seja a pessoa! As armas sempre estiveram em nossas mãos! Somos responsáveis pelo bem e pelo mal. O governo sempre atendeu as aspirações populares. Com carnaval, com futebol, com festivais juninos, com pão e com circo!!! O poder emana do povo. Você decide. Nós decidimos, a nossa parte estamos fazendo!!!

Reinaldo Cantanhêde Lima, funcionário público estadual, Diretor do SINTSEP, Autodidata, Educador Alternativo e Mobilizador Social Blog: www.reinaldocantanhede.blogspot.com Email: reinaldo.lima01@oi.com.br.
Apoio: SINTSEP – Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado do Maranhão

segunda-feira, 11 de abril de 2011

ATENÇAO NOTA DE ESCLARECIMENTO

A CAMPANHA ANTI-DROGAS ESTÁ ATIVA. INICIOU – SE NO MÊS DE FEVEREIRO DE 2011 E VAI ENCERRAR EM MARÇO DE 2012
DIRIJO-ME AOS SIGNATÁRIOS DA REFERIDA CAMPANHA, ANTI-DROGAS, PARA AVISAR QUE O PRAZO MÁXIMO PARA ENTREGA DOS IMPRESSOS ASSINADOS ENCERRARÁ NO DIA 20 DE MAIO DO ANO EM CURSO
JÁ MOBILIZAMOS EM ROSÁRIO , 23 INSTITUIÇÕES DE ENSINO/ APRENDIZAGEM, SENDO 11 UNIDADES MUNICIPAIS, 10 UNIDADES ESTADUAIS E 02 UNIDADES PARTICULARES. FORAM MOBILIZADAS INSISTENTEMENTE, 17 INSTITUIÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA: IGREJAS – CATÓLICA, EVANGÉLICA, SINDICATOS DE TRABALHADORES E DE PATRÕES E FEDERAÇÃO DE ASSOCIAÇÕES COMUNITÁRIS.
EM ALGUMAS RUAS E EM 11 ESCOLAS, FORAM ENTREGUES ENVELOPES COM OS IMPRESSOS PARA COLETAS DE ASSINATURAS PERFAZENDO UM TOTAL DE 2.400 IMPRESSOS. ENCONTRA-SE SOBRE NOSSA GUARDA ORIUNDAS DE PESSOAS VOLUNTÁRIAS, 600 ASSINATURAS E DESTAS APENAS, 300 SÃO VÁLIDAS CONTENDO DOCUMENTOS. ATENÇÃO PARA ESTE DETALHE! POR MAIS, QUE NOSSO TRABALHO SEJA DE BASE LEGAL E MORAL A PARTICIPAÇÃO DEVE SER EXPONTANHA
INICIOU-SE, VISITAS NOS MUNICÍPIOS CIRCUNVIZINHOS: AXIXÁ , BACABEIRA E PRESIDENTE JUSCELINO. AXIXÁ E PRESIDENTE JUSCELINO, JÁ CONFIRMARAM E VÃO ENGROSSAR A FILEIRA. VAMOS MANTER CONTATO COM MORROS E CACHOEIRA GRANDE. DE 16 A 20 DE MAIO VAMOS RETORNAR ÀS ESCOLAS PARCEIRAS PARA TERMOS A CERTEZA DE QUANTAS ASSINATURAS VÁLIDAS FOI POSSÍVEL COLETAR, EM FAVOR DESTA CAMPANHA.
PARA AQUECER A REFERIDA CAMPANHA, PRETENDE-SE REALIZAR UM SEMINÁRIO SOBRE SAÚDE MENTAL AINDA ESTE ANO, COM OS MUNICÍPIOS PARTICIPADNTES.


Reinaldo Cantanhêde Lima, funcionário público estadual, Sindicalista, Autodidata, Educador Alternativo e Mobilizador Social – Blog www.reinaldocantanhede.blogspot.com Email: reinaldo.lima01.oi.com.br – Telefone: (098) 3345 1298 /3345 2120 9161 9826
Apoio – SINTSEP/MA – Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado do Maranhão