sexta-feira, 21 de agosto de 2015

PRESIDENTE SINTSEP COMUNICA

Comunicado de Adiamento de Audiência Pública
O Dr. Herberth Figueiredo, Promotor de Justiça de Defesa da Saúde, comunicou a esta entidade de classe, via ofício, que a Audiência Pública agendada para o dia 24 de agosto, foi remarcada para o dia 03 de setembro de 2015 (quinta-feira), às 11 horas, na sede da Promotoria de Justiça da Capital, localizada na Av. dos Pinheiros, Lote 12-15, Gleba A – Jardim Renascença – São Francisco ( antigo hotel São Francisco de Moacir Neves).
Esta Audiência Pública tem como objetivo a elaboração de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), para viabilizar a criação de uma Comissão para elaboração do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), bem como disciplinar, com critérios objetivos, a distribuição da gratificação de produtividade do SUS, para os servidores públicos estaduais da área da saúde.    

Atenciosamente,

CLEINALDO BIL LOPES
Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Estado do Maranhão - SINTSEP/MA
((98) 81111221

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

PÉROLAS LITERÁRIAS (112)



Crença
Antero de Quental
Minha vida de dor e de procela
Que se extinguiu na tempestade imensa
Despedaçou-se à falta dessa crença,
Que as grandes luzes místicas revela.
E estraçalhei-me como alguém que sela
Com o supremo infortúnio a dor intensa,
Desvairado de angústia e de descrença,
Dentro da vida sem compreendê-la.
Ah! Crer! bem que, na Terra, não possuí
Quando entre conjeturas me perdi,
De tão pequena dor fazendo alarde...
Crença! Luminosíssima riqueza
Que enche a vida de paz e de beleza,
Mas que chega no mundo muito tarde.
O poeta Antero de Quental nasceu na ilha de São Miguel, nos Açores, em 1842 e desencarnou por suicídio em 1891. O soneto acima integra o Parnaso de Além-Túmulo, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.
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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

PÍLULAS GRAMATICAIS ( 166)


Você sabe qual o significado de gnaticídio?
Trata-se de um substantivo derivado do latim gnatus, 'filho', o mesmo que filicídio, que designa o ato de matar o próprio filho. A pessoa que o pratica é chamada de “filicida”.
Propomos ao leitor o seguinte teste:
- Se filicida diz respeito ao ato de matar o próprio filho, quais são os vocábulos correspondentes às expressões abaixo?
Ei-las:  
1 – o que mata o pai
2 – o que mata a mãe
3 – o que mata a esposa
4 – o que mata o irmão
5 – o que mata o rei
6 – o que mata verme
7 – o que mata a si próprio
8 – o que mata formiga
9 – o que mata inseto.
Eis as respostas: 
1 – parricida
2 – matricida
3 – uxoricida
4 – fratricida
5 – regicida
6 – vermicida
7 – suicida
8 – formicida
9 – inseticida.
*
Muito utilizado na linguagem dos médicos, o adjetivo sedentário [do latim sedentariu], quando aplicado à espécie humana, designa a pessoa que é inativa e, ainda, a que comumente vive sentada ou anda e se exercita pouco. Sedentário designa também aquele que tem habitação fixa.
A palavra exerce, às vezes, a função de substantivo, como neste exemplo: Os sedentários podem ter sérios problemas circulatórios no curso de sua existência.

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terça-feira, 18 de agosto de 2015

GENTE DE CÁ E GENTE DE LÁ


CÍNTHIA CORTEGOSO
cinthiacortegoso@hotmail.com
De Londrina-PR
Naquele vilarejo chileno, as crianças tinham mais liberdade do que as da cidade. Menos preocupação com o trânsito, pois eram apenas alguns carros a transitarem por lá. Não havia poluição, a vida era bem mais natural. A criminalidade era inexistente e se caso algum forasteiro quisesse aproveitar de determinada ocasião, os moradores se uniam e o pobre coitado, na marra, aprendia uma lição. A comunicação moderna ainda não dominava o lugar e sobrava mais tempo para as conversas, para as brincadeiras infantis e para o convívio humano.
A vida, no vilarejo, era simples e rica ao mesmo tempo, pois os reais valores eram aproveitados. Tudo do bom que se perdeu nas cidades como a convivência com mais calma e mais conversas entre pessoas de verdade e não só virtuais, ainda lá se mantinha. E como as crianças brincavam!
Havia quatro garotinhas que eram muito amigas. Seus nomes eram Constanza, Paulina, Matilde e Azucena e muito se entendiam e se divertiam. As quatro amigas estudavam pela manhã na mesma escola, tinham quase a mesma idade, mais ou menos doze anos.As quatro meninas se divertiam com as inúmeras brincadeiras que sempre inventavam.
O vilarejo, de certa forma, era ainda bastante rústico. As casas eram simples e pequenas; as ruas, parte delas, eram de terra batida; as casinhas, próximas do rio, não tinham luz elétrica e nem água encanada; havia um poço artesiano com água muito boa para essas famílias. E era numa dessas casas, próximas do rio, que Azucena morava com sua família: avô e avó maternos, a mãe e uma irmã que completara oito anos. O pai, há alguns anos, fora procurar trabalho numa cidade vizinha e até hoje não deu sinal de vida. Ninguém sabe se aconteceu alguma coisa que o impediu de voltar ou se ele aproveitou a oportunidade para se livrar da responsabilidade de cuidar de uma família, porém, Azucena sentia muita falta dele.
E desde bem criança, ela demonstrava uma faculdade não muito comum... não se assustem... vou falar baixinho... mas ela via gente de lá... e ainda conversava com... gente morta, como se dizem.
Quando ela era bem pequenina tinha muito medo, mas sua avó Martina... que aprendeu com sua avó... que aprendeu com sua avó... que nem sabe com quem aprendeu... começou a lhe explicar o que acontecia e, aos poucos, ela deixou de ter muito medo para só sentir um pouquinho. A avó ainda lhe falou que um dia, depois de compreender muito, não terá medo nenhum.
Certo dia, quando Azucena tinha seis anos, ela brincava com alguns brinquedos simples na pequena parte que chamava de seu quarto e onde estava a sua cama, quando percebeu um menino também brincando ali sentadinho. Ela olhou para ele tentando reconhecê-lo, mas não se lembrou de onde. Nunca o havia visto pelo vilarejo. Ela olhou mais uma vez para ele e mesmo sem lembrar passou a brincar e conversar com ele, ficaram amigos, encontrando-se, diariamente, por cerca de três anos. Mas era só Azucena que o via. Depois desse período, a menina não mais o viu. Ela acredita que ele tenha se mudado com a família. Inocente menina! E tantos outros casos a jovenzinha vivenciou.
Houve um tempo em que ela via tantas pessoas do outro lado – refiro-me a outro lado a dimensão onde os espíritos ficam, e são muitos lugares naquela dimensão como se fossem... emissoras de rádio... muitas rádios podemos sintonizar, mas cada uma tem o seu espaço e forma para ser ouvida – que um dia deu um grito, “ahhhhhh...” e lhes pediu: “Quero saber quem é daqui e quem é de lá”. A avó só a observava de longe, pois sabia o que estava acontecendo, e não interferiu.
De repente, um jovem falou: “Sou de lá... e, na verdade, os que você vê aqui são de lá também. De alguma forma você perceberá quem é de lá. Chegamos até você porque sentimos que nos percebe e queremos conversar... não lhe faremos mal”.
Desse dia em diante, Azucena ficou mais tranquila, mas antes de ontem, ela lhes falou que eles precisavam se organizar, pois ela tinha uma vida para viver... brincar... conversar com gente daqui e não ficar com gente de lá o tempo todo. Eles ficaram um pouco tristinhos, mas foi a avó Martina que pediu para Azucena lhes falar. E hoje, a menina iria à festa, simples, de aniversário de sua querida amiga Matilde.
Azucena já lhes avisou: “Só eu quem fui convidada, certo?”
Os olhares foram tristinhos, mas deveriam respeitar, pois a menina os ajudava muito em conversar com eles e lhes explicar muitas coisas que os ajudavam; a avó Martina lhe ensinava.
Azucena levaria um presentinho bem lindo de aniversário, feito pela avó: uma boneca de pano. A avó demorou uma semana para confeccionar a boneca, e essa atividade, a avó Martina também aprendeu com sua avó... que aprendeu com sua avó... que nem sei com quem aprendeu. Mas a boneca estava linda.
Então, Azucena pegou o presente embalado de forma caseira, deu um abraço na avó e lhe agradeceu e foi, bem bonitinha, com seu vestido mais lindo, também costurado pela avó, e seguiu o caminho para a casa da amiga Matilde. Tantos olhinhos ficaram para trás... mas apenas Azucena tinha sido convidada.
A menina, um pouco tímida, chegou à casa da amiga; as outras amigas haviam acabado de chegar. E como as meninas se queriam bem! Se faltasse uma para alguma brincadeira ou só mesmo para conversar em frente à casa de uma delas, já não era a mesma coisa. Para a felicidade de todas, era necessário estarem juntas.
E na festa de Matilde, as quatro estavam muito felizes, pois além de todas estarem, era festa de aniversário e até havia um bolo feito pela mãe da aniversariante. Brincavam tanto! Tudo era motivo de risada e felicidade. E finalmente chegou a hora de cantar o “feliz cumpleaños”, era assim como falavam.
Havia exatamente doze pessoas na festa; as oito restantes eram familiares de Matilde.
A mãe da aniversariante trouxe uma vela branca já usada e, com cuidado, colocou-a sobre o bolo forçando-a para ficar firme e não cair. A canção então começou; as meninas cantavam com alegria e Matilde, em seguida, com um sopro potente, apagou a vela branca de uma só vez.
E naquela alegria toda, Azucena viu os rostinhos de lá ali na festa, e pensou: “O que vocês estão fazendo aqui?” A resposta veio em seguida: “Sei que você nos pediu para ficarmos em casa, mas, Azucena, é só pensarmos em um lugar que já estamos nele”. E mais um... e mais um... e mais um... somando estavam quase todos os visitantes mais comuns... de lá... conhecidos de Azucena.
O que fazer?
Só sei que a menina ficou surpresa e um pouco assustadinha, pois se dera conta de que em todos os lugares a gente de lá poderia estar.
Os olhos da menina ficaram parados observando. A gente de lá ficou um pouco sem graça por estar ali também. Mas Azucena logo lhes falou em pensamento: “Tudo bem, já que estão aqui, podem ficar, mas, por favor, não compliquem ainda mais. Hoje é aniversário de minha amiga e quero continuar feliz”.
Uma menina da gente de lá lhe disse em pensamento que aquele dia também era seu aniversário. Ela estava tristinha. Não estava com sua família. Mas rapidamente Azucena pensou que ela era muito amada e logo estaria num local certo para sua felicidade. Tudo que Azucena passava aos de lá era ensinado pela avó Martina.
Como Azucena ficou um pouco diferente e suas amigas sabiam que ela via gente de lá, Constanza e Paulina se aproximaram da jovem menina e lhe perguntaram se estava tudo bem. Ela voltou mais para o lado de cá, o terreno, e respondeu, com um sorriso, que sim.
O bolo estava muito gostoso, embora sua aparência fosse de total simplicidade e nenhuma cobertura; depois de comerem um pedaço e tomarem suco de limão, foram brincar... e quantas brincadeiras inventavam. Azucena estava entretida com as ações do lado de cá. E corriam um pouco, paravam; brincavam de brincadeiras que não precisavam correr, de outras que eram necessárias as velhas mímicas, de adivinha a minha música e muitas mais... e a gente de lá estava por perto.
E a aniversariante de cá estava muito feliz, mas a aniversariante de lá ainda estava muito tristinha. E Azucena percebeu e logo falou em voz alta para as meninas:
– Lembrei-me de que tenho uma amiga chamada Laurinda e hoje também é o seu aniversário. Gostaria que ela soubesse que ela é muito amada e logo estará num lugar bem gostoso e em paz... E viva a Laurinda!
E a aniversariante de lá ficou emocionada e tão... tão feliz e falou em pensamento: “Obrigada, Azucena, há tanto tempo não me sentia tão feliz”.
Azucena, então, deu-lhe um sorriso. A alegria estava agora dos dois lados.
E as meninas do lado de cá estavam muito alegres. A simplicidade e o coração em paz são combinações perfeitas para se conseguir a felicidade. Mas a hora passou rapidinho e precisavam retornar às suas casas, ainda precisavam estudar para a prova do dia seguinte. Elas, então, se despediram da querida amiga e aniversariante, Matilde; amanhã brincariam mais... e depois... e depois... na verdade, elas queriam brincar por toda a vida. Ah... crianças... como é boa essa fase!
Menos Matilde, que já estava em sua casa, as outras três amigas caminharam juntas por mais uma parte do caminho e logo se separariam para seguirem até as suas casas. E no momento em que se despediam... Meu Deus... o que era aquilo? Um vento muito forte de repente soprou com barulho; o susto foi tão grande que as três não entenderam o que estava acontecendo; elas se abraçaram e buscaram abrigo.
Essa época era de muitas tempestades, mas como aquela, repentina, nunca ninguém relatara.
As meninas correram para uma mercearia e se esconderam. Do estabelecimento, com mais calma, puderam perceber que não era nenhuma tempestade, nenhum vendaval... era apenas um helicóptero pousando num terreno no pequeno vilarejo. Nem elas nem o povo daquele lugar haviam visto uma “máquina” daquela. E quanta curiosidade despertada.
Com o helicóptero já pousado e o motor desligado, o movimento das hélices foi se acalmando. A porta da aeronave foi aberta e um senhor, muito bem vestido, desceu, olhou em direção ao pequeno centro do vilarejo e percebeu que quase todos os moradores estavam por ali querendo saber o que era aquilo e o que estava acontecendo.
‒ Por favor, queiram me desculpar a surpresa e o transtorno ocorridos. Sou Aloísio Chavez Durán, agricultor – o distinto senhor se desculpou e se apresentou.
Enquanto o senhor se apresentava às pessoas que cada vez mais apareciam, curiosas, o piloto desceu e outro senhor também. E quando este último se aproximou, tímido, do senhor Aloísio, os olhos da cor de mel de Azucena encontraram os olhos também da cor de mel do homem.
A menina não podia acreditar... seu coraçãozinho disparou... a emoção veio forte e seu rostinho se transformou na mais pura emocionada fisionomia. Ela saiu da mercearia e veio em direção ao homem, ela nem observou se havia pessoas ou não ao redor, apenas enxergava os olhos de cor de mel do homem. Até que ela se aproximou dele que estava inteiramente compadecido em ver também aqueles pequenos olhos da mesma cor.
‒ Você é Cristián? – a menina perguntou com o rostinho banhado em lágrimas.
‒ Sim, Azucena... minha filha querida.
A menina, devagar, veio e ficou bem em frente ao homem. Abriu os braços, com um certo receio, e tão ternamente se deixou nos braços paternos dos quais tanta saudade a filha sentia. O abraço mais valioso; o momento inesquecível para a pequena e o pai.
Os moradores, que sabiam da história e conheciam Cristián, se emocionaram demais. Até eu me emocionei. Ah, como o amor é maravilhoso!
O senhor agricultor poupou outras palavras, seriam totalmente desnecessárias.
Depois do abraço consolador, a filha olhou para os olhos do pai que baixaram para a sua direção.
‒ Papai, quanta saudade! Em nenhum dia me esqueci de você. Todas as noites...  sonhava que voltaria para nós.
– Sinto muito, minha querida. E em todos os dias só me lembrava de vocês e tanto, tanto de você ‒ o homem falou.
– Mas, papai, por que nos abandonou? ‒ Azucena perguntou.
– Filha querida, saí em busca de trabalho e tanta coisa aconteceu... a vida a cada novo dia me levava para um lugar, até que encontrei um emprego na fazenda do senhor Aloísio e me estabeleci... e com melhores condições voltei para dar uma vida melhor para vocês – Cristián explicou e enxugou as lágrimas de sua menina.
Azucena abraçou mais uma vez o pai querido e pôde perceber seus amigos de lá, todos sorrindo e felizes pela pequena ajuda, a ela, ministrada. Sabe, as pessoas do lado de lá possuem a característica de lerem pensamentos e de se transportarem instantaneamente, então, nem preciso comentar a ajuda permitida.
Depois de um sorriso agradecido aos amigos de lá, Azucena olhou para o pai e lhe perguntou já querendo afirmar:
‒ Vamos para casa, papai? Nossa família também sempre o esperou.
– Sim, minha querida.
O pai pegou na mão da filha e os dois buscaram o caminho para casa. Passaram pelas pessoas que sorriam para eles.
Do lado de cá, Azucena dava a mão para o pai e a outra mão estava dada para Laurinda, sua amiga de lá, e muitos outros amigos do lado de lá também os acompanharam até a casa.
O amor reconstrói sempre. E certamente eles se entenderão.
Bem, agora, deixo-os, leitores, um pouquinho para presenciar o encontro cheio de sentimento, palavras, explicações e abraços da família simples e querida do vilarejo chileno. Meus amigos de lá já me esperam, mas não sou como Azucena que pode vê-los... eu... na verdade, já sou um deles... do lado de lá... e também amiga de Azucena.
Visite o blog Conto, crônica, poesia… minha literatura: http://contoecronica.wordpress.com/
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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

ATENÇÃO SERVIDORES ESTADUAIS DA ÁREA SAÚDE!


Atendendo solicitação do Sindicato dos Servidores Públicos do Estado do Maranhão (SINTSEP), o Ministério Público realizará, na segunda-feira (24) às 10h, na sede das Promotorias de Justiça da capital, audiência pública visando a elaboração de um Termo de Ajustamento de Conduta(TAC) para resolução do inquérito civil nº 001/2013 que trata das questões dos servidores estaduais da área da saúde.
A audiência pretende definir a criação de uma comissão para elaboração do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) e, ainda, sobre o disciplinamento da gratificação por produtividade/desempenho do Sistema Único da Saúde (SUS) para os companheiros da saúde.
O SINTSEP conta com a participação, principalmente dos servidores estaduais da saúde, para juntos fazermos parte desse momento de debate em prol de melhorias pela categoria.
O QUÊ: Audiência Pública
QUANDO: Segunda-feira (24) às 10h
ONDE: Sede das Promotorias de Justiça da capital – localizada na Av. dos Pinheiros, Lotes 12-15, Gleba A- Jd. Renascença – São Francisco.

RESPONDENDO PARA GUIMARÃES E PARA ROBERVAL ORDONHEZ!



 Prezados Senhores   e estimados amigos e colaboradores, existem coisas que só o tempo responde. Nós não precisamos bajular  pessoas para assinar abaixo assinado,  o que é preciso fazer é informar corretamente.  É explicar  que, o  que  estamos fazendo  é uma ação de justiça. Ou, em outras palavras,  trata-se  de lutarmos por justiça social. Estamos  lutando pela implantação de um Hospital  50 leitos, hospital  novo, estamos lutando por uma Maternidade  para 50 Leitos e por um CAPS  ad III  para tratar da dependência química  e transtornos mentais.

Guimarães e Roberval  lutar por justiça social não será facilmente compreendido principalmente quando  fala-se de políticas públicas  que o padre  não luta, que o pastor não luta. Entendamos, quando quisermos fazer alguma coisa e receber apoio popular  temos que organizar festas: a exemplo, Mi carroça,  Bloco do amigo Manoel Bacharel,  danças ou distribuição de cestas Básicas, isso nós não fazemos!

Quando eu organizei o SINTSEP-  Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Estadual, muitos não quiseram se  associar.  Eu tomei as providências,  cobramos  a insalubridade na justiça e os meus colegas  falavam mal de mim. Quando 49 pessoas iniciaram receber dinheiro  os que não quiseram contribuir com o Sindicato começaram me procurar e continuam falando mal de mim! Guimarães colete assinaturas de seus filhos e netos  e vizinhos e só.

Ordonhez você já  contribuiu e pode contribuir muito mais entenda  que cada um de nós  tem que fazer apenas a sua parte.   A ação popular é um fato nós já temos mais de 600 assinaturas de pessoas que compreenderam  que devem assinar. Nesta quarta vamos fazer contato com o defensor público para  ajuizarmos  o processo.  Abraços fraternais

domingo, 16 de agosto de 2015

SÃO DUAS AS ASAS QUE LEVAM À PERFEIÇÃO


Uma das questões mais importantes da obra de Allan Kardec é, sem dúvida, a resposta dada à pergunta 132 d´O Livro dos Espíritos:
132. Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos? “Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação; para outros, missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso é que está a expiação. Visa ainda outro fim a encarnação: o de pôr o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação. Para executá-la é que, em cada mundo, toma o Espírito um instrumento, de harmonia com a matéria essencial desse mundo, a fim de aí cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. É assim que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta.”
Explicar qual o objetivo da encarnação é elucidar a finalidade da vida, é esclarecer por que nascemos, é sinalizar o caminho que devemos trilhar, seja qual for a condição em que chegamos ao plano material do mundo onde vivemos.
A questão ora transcrita indica duplo objetivo em nossa passagem pela carne, tanto na primeira vez quanto nas vezes seguintes, pelo processo das chamadas vidas sucessivas.
O primeiro e principal objetivo: chegar à perfeição.
O segundo objetivo: executar a parte que nos cabe na obra da criação.
Aos que estranharem este segundo propósito, é bom lembrar que, criada por Deus e mobiliada por Jesus, a Terra chegou ao estado em que se encontra graças principalmente aos homens, ou seja, aos Espíritos que, ao longo dos milênios, se encarnaram e viveram no plano em que estamos.
Quem construiu as cidades?
Quem edificou os hospitais?
Quem fundou as escolas?
Quem teve a ideia, e a concretizou, de criar os orfanatos, as creches e demais instituições de benemerência social?
Quem fabrica os remédios?
Quem concebeu e constrói as máquinas – automóveis, ônibus, aviões, computadores?
Quem inventou a rede mundial de computadores?
Ninguém, nem mesmo uma criança, ignora a resposta.
Quanto a chegar à perfeição – principal objetivo da encarnação e, obviamente, da reencarnação –, lembremos a resposta dada por Emmanuel à pergunta 204 d´O Consolador, obra psicografada pelo médium Chico Xavier e publicada pela FEB em 1941: 
204 – A alma humana poder-se-á elevar para Deus, tão somente com o progresso moral, sem os valores intelectivos? “O sentimento e a sabedoria são as duas asas com que a alma se elevará para a perfeição infinita. No círculo acanhado do orbe terrestre, ambos são classificados como adiantamento moral e adiantamento intelectual, mas, como estamos examinando os valores propriamente do mundo, em particular, devemos reconhecer que ambos são imprescindíveis ao progresso, sendo justo, porém, considerar a superioridade do primeiro sobre o segundo, porquanto a parte intelectual sem a moral pode oferecer numerosas perspectivas de queda, na repetição das experiências, enquanto que o avanço moral jamais será excessivo, representando o núcleo mais importante das energias evolutivas.”
Em uma mensagem já comentada anteriormente, publicada no livro Falando à Terra, obra mediúnica psicografada por Chico Xavier, Abel Gomes, reportando-se a esse objetivo, lembra que o burilamento da alma é trabalho de largo tempo. Segundo Abel, nem todos se retiram da Terra e ingressam na pátria espiritual na posição de heróis. “A perfeita sublimação é obra dos séculos incessantes.”
Em face das considerações acima, não é difícil entender quando alguém, mais experiente do que nós, afirma que não estamos aqui a passeio, como muitos infelizmente pensam.
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